Nascemos entre a guerra e a reconstrução. Aprendemos a improvisar, a desenrascar e a aguentar o que outros não aguentariam. Mas a resiliência sozinha não constrói um país, ela apenas nos mantém vivos.
A geração que não pode falhar é o despertar de uma nova consciência. É a decisão de fazer bem feito, mesmo quando ninguém está a ver.
É o fim da era do improviso e o início da era da excelência institucional e pessoal.
Não é apenas um livro. É um pacto geracional para quem decidiu que a mediocridade não é o nosso destino.